Naquela manhã de terça-feira, Sarah levantou com o pé esquerdo. Ela não sabia muito bem o motivo, mas sentia que naquele dia tudo ia dar errado. E não foi muito diferente.
No meio do passeio com o Pug (cachorro dela, e não me pergunte de onde saiu esse nome), caiu uma chuva inesperada, daquelas que parece que o mundo vai desabar. Resultado: ela chegou em casa toda encharcada, e o Pug mais ainda. E lá foi ela gastar um tempo precioso para deixar o cachorro sequinho. Depois, mais um tempo considerável debaixo do chuveiro. Ou pelo menos era o que ela queria, porque o desgraçado do chuveiro decidiu queimar no meio do banho, quando ela estava toda ensaboada (é sempre assim...).
Depois de um começo desanimador, lá vai ela correndo para o trabalho, já estava atrasada para abrir a livraria. E o atraso era tanto que nem deu tempo de ela parar na cafeteria e comprar um cappuccino para esquentar a manhã fria.
Lá pelas 10:30 da manhã, a fome começou a apertar. É claro, ela não teve tempo nem para tomar café da manhã. Realmente, o dia não parecia nada promissor. E como a funcionária tinha faltado (gripe horrorosa), ela teria que dar um jeito de almoçar dentro da loja, se não quisesse fechar durante um dos horários de maior movimento.
Logo depois de ela se dar conta disso, ela levou um susto: uma pessoa inesperada apareceu na porta dela. Era o Alex, gerente da cafeteria da esquina, com uma embalagem de comida para viagem em uma mão e um copo térmico na outra...
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