- Olha, eu não sei se tem como saber para onde eles foram. Mas posso ver quem pagou a conta deles. Se foi paga com cartão de crédito, pode ser que ajude vocês um pouco – Sugeriu Juliano.
- Boa ideia. Faça isso, por favor.
Juliano foi até o escritório do restaurante, e voltou logo depois.
- Aqui está. Vocês deram sorte, eles pagaram mesmo no cartão de crédito. O nome é Rodrigo M Ramos. Espero que ajude em alguma coisa.
- Já é uma outra pista. Nós agradecemos a cooperação. – Agradeceu Fabrício.
- Então, vamos descobrir quem é esse tal de Rodrigo, e ver se ele sabe de alguma coisa. – Disse Marcelo, assim que saíram do restaurante.
Eles descobriram que Rodrigo era dono de uma lanchonete, e era cliente antigo de Emiliano. Pelo visto, o jantar com clientes era uma prática comum, ainda mais com clientes antigos que acabavam virando amigos. Eles descobriram o endereço da lanchonete, e estavam a caminho de lá quando receberam uma ligação do laboratório: o resultado dos exames toxicológicos das três vítimas tinha chegado.
Os policiais foram direto para lá, pegar tudo e ver o que mais poderiam descobrir das vítimas.
- E aí, onde estão nossos resultados? – Perguntou Fabrício, assim que eles abriram a porta do laboratório.
- Calma, vou pegar. E devo dizer que o resultado foi muito interessante. – Disse Mariana, a técnica.
- Pronto, aqui está. De acordo com os componentes que achamos, o resultado foi o seguinte: a Maria Amélia estava dopada.
- Dopada? Mas como?
- Ela teve coma alcoólico, de tanta vodca que bebeu. E pelo visto, ela não duraria muito tempo mais se não fosse levada a um hospital.
- Isso é estranho. E nos outros dois?
- No Emiliano, não achamos nada de interessante. Mas, no Henrique, achamos uma quantidade considerável de cocaína. Ele devia estar bem louco.
- Cocaína? O sobrinho dele não comentou nada sobre o vício. – Comentou Marcelo.
- Acho que teremos que voltar a conversar com ele... Ele pode ter escondido mais coisas de nós. – Respondeu Fabrício.
- Vamos nessa.
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